Os caras raspam a cabeça e se enrolam em pano alaranjado, são monges budistas com suas túnicas vistosas. O budismo é a religião dominante na Tailândia e por todos os cantos se vêm oratórios coloridos em dourado, amarelo e vermelho. Estas miniaturas estão sempre repletas com oferendas de seus devotos.
Os templos são grandes e luxuosos: as estátuas de Buda são ou de ouro ou douradas, como as pinturas das bordas de seus altares, ornamentados com flores e frutas multicoloridas.
As roupas femininas, saias e blusas ostentam brilhos espalhados pelos desenhos pintados em cores vivas e alegres. É decididamente um país de clima quente, com muita vegetação e umidade e que gosta de amarelo, vermelho, dourado, alaranjado, verde, azul...
E as massagens?!
Nos países asiáticos a massagem é considerada procedimento terapêutico e de bem estar. Assim a galera toda a pratica regularmente: massagens nos pés, costas, cabeça, corpo todo. Há os do tipo suave e as do tipo surra, conforme o desejo do cliente e também de sua necessidade.
Quando se passa pelas ruas fica-se surpreso com a quantidade de lugares, de todos os tamanhos, oferecendo massagens, com cardápio e tabela de preços publicados à porta. A massagem é um “Esporte Nacional” da Tailândia.
Desconfiamos também que é parte importantíssima da formação do PIB do país, sem se dizer é claro do volume de emprego e ocupação garantido para população local. Na Tailândia e em outros países da Ásia, massagem é a solução de todos os problemas. Que bom, né!?
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
CHEGADA À TAILÂNDIA
A gente estava acompanhando pela Internet o noticiário de que estava havendo crescimento nas manifestações políticas na capital, dos chamados camisas vermelhas que querem por todo modo a dissolução do Parlamento e convocação imediata de eleições. Havia informações de confrontos violentos com as forças do governo, registrando mortos e feridos. Vimos algumas imagens na TV que mostravam confrontos. O pessoal mandando email perguntando se a gente tava por dentro do que tava acontecendo. Em 27 de abril, o site da embaixada brasileira no país recomendava aos cidadãos brasileiros que evitassem viagens a Bangkok neste momento.
Mas, sabíamos também que não havia registro de problemas com turistas e que continuava normal o movimento no aeroporto de Bangkok e outras cidades da Tailândia, que o primeiro ministro tinha ido à televisão, acompanhado do comandante militar, serenar um pouco os ânimos. Enfim, não parecia situação eminente de caos que sugerisse arrepiar carreira. Resolvemos transformar o receio em espírito de aventura.
A data de chegada o 1º de maio, aguçava mais ainda a nossa expectativa.
Porém, qual não foi nossa surpresa, pois não vimos absolutamente nenhum sinal que possa estar ocorrendo algo nessa cidade, a não ser que não vimos ninguém vestido de camisa vermelha ou amarela (as cores das correntes litigantes), ou seja: todo mundo com medo de achar que pudessem estar tomando partido de alguma dos lados.
Engraçado, cabe registrar, que no caminho do aeroporto para o Hotel vimos três painéis com fotos mostrando feridos nos conflitos. Alguma campanha em curso, o que estava escrito nestes cartazes, obviamente não entendemos, porque ainda não lemos tailandês.
Hoje, domingo, caminhamos o dia todo pela cidade, pegamos o monotrilho e fomos até o Chatuchak Market, mercado que funciona aos finais de semana e que junta gente de toda cidade e vende absolutamente de tudo, um tremendo mercado, com milhares de pessoas comprando. Pegamos também o Metrô, fomos almoçar no bairro chinês e depois fomos visitar o Buda de ouro (5,5 toneladas). Tudo na santa paz.
Faz tempo bom em Bangkok, segundo a meteorologia poderá haver nos próximos dias algumas pancadas dispersas e ocasionais. É a previsão do tempo, não da política.
Mas, sabíamos também que não havia registro de problemas com turistas e que continuava normal o movimento no aeroporto de Bangkok e outras cidades da Tailândia, que o primeiro ministro tinha ido à televisão, acompanhado do comandante militar, serenar um pouco os ânimos. Enfim, não parecia situação eminente de caos que sugerisse arrepiar carreira. Resolvemos transformar o receio em espírito de aventura.
A data de chegada o 1º de maio, aguçava mais ainda a nossa expectativa.
Porém, qual não foi nossa surpresa, pois não vimos absolutamente nenhum sinal que possa estar ocorrendo algo nessa cidade, a não ser que não vimos ninguém vestido de camisa vermelha ou amarela (as cores das correntes litigantes), ou seja: todo mundo com medo de achar que pudessem estar tomando partido de alguma dos lados.
Engraçado, cabe registrar, que no caminho do aeroporto para o Hotel vimos três painéis com fotos mostrando feridos nos conflitos. Alguma campanha em curso, o que estava escrito nestes cartazes, obviamente não entendemos, porque ainda não lemos tailandês.
Hoje, domingo, caminhamos o dia todo pela cidade, pegamos o monotrilho e fomos até o Chatuchak Market, mercado que funciona aos finais de semana e que junta gente de toda cidade e vende absolutamente de tudo, um tremendo mercado, com milhares de pessoas comprando. Pegamos também o Metrô, fomos almoçar no bairro chinês e depois fomos visitar o Buda de ouro (5,5 toneladas). Tudo na santa paz.
Faz tempo bom em Bangkok, segundo a meteorologia poderá haver nos próximos dias algumas pancadas dispersas e ocasionais. É a previsão do tempo, não da política.
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