Começamos bem!
Ao chegar a capital do estado que projetou Barack Obama para a política americana, soubemos que estava se iniciando o:
33RD ANNUAL CHICAGO JAZZ FESTIVAL SEPTEMBER 1-4, 2011
Na mosca!
Sob um verão carioca com temperaturas sempre acima de 30 graus saímos a caminhar por suas ruas, nunca sem antes fazer exercícios para o pescoço. Olha-se o tempo todo para cima admirando os detalhes dos arranha-céus. Os inúmeros edifícios que parecem ter saído de concursos de arquitetura no dia de ontem, compõem um ambiente novo, rico e cheio de movimento que não se dá a conhecer de imediato.
Mas, logo que se chega ao Millenium Park vê-se que é coisa séria o Jay Priestler Pavillon, maravilhoso espaço para apresentações musicais ao ar livre, abertas ao público, confortável, com sonorização impecável e visual esplêndido. Tudo de altíssimo nível e grátis para quem quiser assistir.
Estamos em pleno Festival de Jazz.
Não topamos, mas há um passeio chamado: Jazz Club Tour , que percorre 15 diferentes bares para se apreciar um som, com direito a descontos e guias turísticos, com bandeirinha do grupo. Tudo descontraidamente organizado. Muitas pessoas vêm aqui atraídas pelo fascínio causado pelo jazz.
Enfim, um animado começo de viagem.
É uma cidade, situada a beira do Lago Michigan e cortada pelo Rio Chicago, que parece curtir suas águas, construindo enormes edifícios residenciais e comerciais em suas margens.
Aqui se percebe a mão dos arquitetos e urbanistas, sem estragá-la, mantendo um ambiente onde pode-se caminhar com prazer por suas ruas e avenidas.
Os automóveis estão presentes, mas não massacram os pedestres.
Uma bela cidade que recebe milhões de turistas por ano, sem sufoco.
Ia esquecendo, fomos também comer cachorro quente no Portillo’s Hot Dogs, considerado um dos pioneiros e especialistas em ramo tão importante da gastronomia mundial, em especial da americana. Os panchos uruguaios não ficam a dever nada aos daqui.
DICAS:
Hotel Comfort Inn & Suites Downtown Chicago, 15 East Ohio Street, New North – IL 60611 – Ótima localização, pessoal cordial e boa relação custo/benefício.
Restaurantes:
The Park Grill – 11 N Michigan Avenue Chicago, IL 60602 – Excelente comida de chef
PEGASUS Restaurant e Taverna – 130 S. Halsted Chicago, IL 60661 – no Bairro grego, ótima cozinha em ambiente de cantina grega. Bons preços
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sábado, 3 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
PONTES COBERTAS E FOLHAS VERMELHAS
O filme “As Pontes de Madison”, além de ser um clássico do cinema americano, desperta em muitas pessoas que o assistiram a vontade de conhece-las in loco. Há nos Estados Unidos em vários estados muitas destas pontes antigas feitas em madeira e cobertas com telhados.
Estas pontes construídas no meio rural, parecem que foram cobertas para durar mais e também facilitar a passagem do gado, se tornaram atração turística em vários pontos do país. Somente no estado de Vermont há cerca de sessenta delas.
Em Woodstock, um pequeno e belo município deste estado a meio caminho entre Montreal e Boston podem ser vistas algumas delas. Basta pegar um mapa turístico e lá estão ao lado de outras atrações. Ao visitá-las no outono se passa em estradas ladeadas por árvores com folhas de diversas tonalidades em amarelo e alaranjado.
As folhas caídas forram todos os lugares e compõem um cenário deslumbrante, difícil de ser descrito, no qual até as fotografias não conseguem passar a maravilhosa peça que se contempla. A neve não tardará a cair. Já se vê, ao amanhecer, os campos e os parabrisas cobertos de gelo.
Ao procurar visitar as pontes cobertas o viajante será levado a percorrer pequenas estradas e, ao passar por elas, contemplar o show do outono e também as fazendolas com suas belas casas e gramados. E nestes lugares terá a oportunidade de observar um pouco da vida do interior; recantos aonde muita gente busca o descanso relaxante das caminhadas nas serras.
Para consulta:
http://www.vermontvacation.com/ e http://www.vtattractions.org/
Estas pontes construídas no meio rural, parecem que foram cobertas para durar mais e também facilitar a passagem do gado, se tornaram atração turística em vários pontos do país. Somente no estado de Vermont há cerca de sessenta delas.
Em Woodstock, um pequeno e belo município deste estado a meio caminho entre Montreal e Boston podem ser vistas algumas delas. Basta pegar um mapa turístico e lá estão ao lado de outras atrações. Ao visitá-las no outono se passa em estradas ladeadas por árvores com folhas de diversas tonalidades em amarelo e alaranjado.
As folhas caídas forram todos os lugares e compõem um cenário deslumbrante, difícil de ser descrito, no qual até as fotografias não conseguem passar a maravilhosa peça que se contempla. A neve não tardará a cair. Já se vê, ao amanhecer, os campos e os parabrisas cobertos de gelo.
Ao procurar visitar as pontes cobertas o viajante será levado a percorrer pequenas estradas e, ao passar por elas, contemplar o show do outono e também as fazendolas com suas belas casas e gramados. E nestes lugares terá a oportunidade de observar um pouco da vida do interior; recantos aonde muita gente busca o descanso relaxante das caminhadas nas serras.
Para consulta:
http://www.vermontvacation.com/ e http://www.vtattractions.org/
terça-feira, 6 de outubro de 2009
CATARATAS DE NIAGARA
O GPS tornou totalmente obsoletos os mapas rodoviários. Bastou colocar, em Washington, o endereço do hotel em Niagara Falls e a “Maria” nos conduziu por ruas, avenidas e estradas por mais de setecentos quilómetros, impecavelmente. Os mapas servem hoje apenas para os estrategistas definirem seus planos de exploração e viagens turísticas.
O lado americano das Cataratas estava de fazer dó, parecendo balneário fora de temporada. Chovia a beça, as ruas desertas e inúmeras placas de imóveis para alugar ou vender, afinal estamos no início do outono por estas bandas.
Já o lado canadense, que tem vista das cachoeiras mais ampla e mais bonita, tem também uma estrutura mais sofisticada e ativa, com bastante gente circulando e passeando por seus jardins. Há também uma bela torre belvedere que permite ver a exuberância e a força das águas.
Ao voltar de carro de um restaurante à noite (esquecemos de levar o GPS) nos perdemos e fomos parados pela polícia. Incrível né! Eles só queriam nos ajudar. E nos conduziram até um porto seguro. Quem não está acostumado estranha...
Em tempo, não dá para comparar as Cataratas de Niagara com as de Foz do Iguaçú.
O lado americano das Cataratas estava de fazer dó, parecendo balneário fora de temporada. Chovia a beça, as ruas desertas e inúmeras placas de imóveis para alugar ou vender, afinal estamos no início do outono por estas bandas.
Já o lado canadense, que tem vista das cachoeiras mais ampla e mais bonita, tem também uma estrutura mais sofisticada e ativa, com bastante gente circulando e passeando por seus jardins. Há também uma bela torre belvedere que permite ver a exuberância e a força das águas.
Ao voltar de carro de um restaurante à noite (esquecemos de levar o GPS) nos perdemos e fomos parados pela polícia. Incrível né! Eles só queriam nos ajudar. E nos conduziram até um porto seguro. Quem não está acostumado estranha...
Em tempo, não dá para comparar as Cataratas de Niagara com as de Foz do Iguaçú.
sábado, 3 de outubro de 2009
WASHINGTON
É uma cidade, esta capital dos Estados Unidos! Quem pensar em visitá-la pela primeira vez deve reservar pelo menos uma semana, para dar uma espiada nos museus e monumentos e também passear pelos jardins e alguns de seus bairros. Quem, como nós, ficar três dias, levará a vontade de voltar.
Entre os diversos museus de Washington, há um muito diferente dos tradicionais é o Newseum. É incrível: totalmente dedicado às notícias, acompanha as primeiras páginas de uma gama enorme de jornais, todo os dias, e de forma interativa permite acesso às notícias veiculadas por mídia impressa, de televisão e reportagens, de várias épocas. Prepara e organiza informações que servirão de base às pesquisas históricas do futuro. Pode-se ver material da Segunda Guerra Mundial e também dos dias atuais. Uma grande idéia, primorosamente executada. O Newseum é imperdível. Pode-se passar horas dentro dele viajando pela história recente.
Uma cidade de trabalho, onde se vê muitas pessoas vestidas com seus ternos e terninhos muito elegantes; respira-se o ar de uma capital administrativa e que abriga também instituições internacionais. Ao mesmo tempo, pode-se ir a Georgetown, um bairro próximo ao centro, onde se pode ouvir um bom jazz e também frequentar bons restaurantes, uma vila madalena.
Por ser plana ela nos convida a caminhar e ir descobrindo aos poucos suas inúmeras atrações. Dá vontade de voltar para continuar as descobertas.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
PHILADELPHIA
Chegamos a Philadelphia à meia-noite, exaustos, afinal estávamos acordados desde as duas horas da manhã, tínhamos enfrentado aeroportos e congestionamentos. Finalmente aportamos no hotel e uma surpresa nos estava reservada: no país do anti-tabagismo tivemos que encarar um quarto para fumantes onde até as lâmpadas exalavam o cheiro readormecido de cigarro, pior que fim de noite em boate, nos anos sessenta.
Ao ressuscitarmos no dia seguinte, encontramos um dia ensolarado. O hotel situava-se ao lado do bairro chinês e por coincidência naquele momento estavam sendo erguidas as barracas da festa anual do Chinatown. Uma grande quermesse, um palco, música e danças com leques e quimonos de seda coloridos.
Fomos visitar os principais lugares onde se realizaram as reuniões que culminaram com a Declaração de Independência Americana. Onde se forjou a base da maior potência econômica e militar do séc. XX. Lugares simples, sem grandes monumentos, poucos edifícios originais, onde os imigrantes proclamaram o seu não à pátria colonial.
A Philadelphia dos dias atuais é uma cidade com edifícios arrojados, com suas peles de vidros espelhados que refletem o histórico e o novo. É uma referência da memória nacional americana. Tem um parque maravilhoso, que se estende à beira do Rio Delaware, onde esportistas caminhavam e corriam numa manhã de domingo sem se importar com a chuva fina e a temperatura que começava a cair nesta época do ano.
Quem vem aos Estados Unidos pela primeira vez, deve começar por esta cidade onde as treze colônias de povoamento se juntaram para formar um país, que deu no que deu.
sábado, 26 de setembro de 2009
CHEGANDO NOS ESTADOS UNIDOS
Viajamos em vôo diurno do Rio de Janeiro para Nova Iorque. A viagem superou as expectativas; pontualmente as 6:05 h. da manhã decolamos do aeroporto Tom Jobim para São Paulo e às 8:30 h. para os States. Vôo de brigadeiro, onde pudemos inclusive tirar um pouco do atraso do sono.
Chegamos a NY às 17:45 h. no aeroporto JFK. Fizemos uma boa caminhada até o setor de imigração e aduana, onde tudo transcorreu como de hábito: uma pequena fila e os procedimentos burocráticos que agora incluem foto e leitura eletrônica das impressões digitais de todos os dedos das mãos, sem sujá-los, do jeitinho que foram previstos em livros e filmes de ficção científica. Tudo realizado de maneira muito civilizada.
A seguir fomos pegar o carro que havíamos alugado. Para chegar a locadora tomamos um trem dentro do próprio terminal 4 (são oito os terminais no aeroporto John F. Kennedy) e rapidamente estávamos sentados ao volante de um carrão coreano. Montamos o GPS e pé na tábua para a cidade de Filadélfia. O Sol já se punha e ainda teríamos duas horas de estrada pela frente. Isto é, se não fosse sexta-feira à noite. Santa ingenuidade, parecia um misto de Avenida Brasil e Marginal do Tietê, com trechos de até sete pistas. E para melhorar, lá pelas tantas, a nossa estrada ficou interditada pela polícia.
Não passava mais ninguém.
Qual a solução?
Ora pois, fomos jantar num restaurante turco, ó pá!
Depois? ah! depois eu conto....
Chegamos a NY às 17:45 h. no aeroporto JFK. Fizemos uma boa caminhada até o setor de imigração e aduana, onde tudo transcorreu como de hábito: uma pequena fila e os procedimentos burocráticos que agora incluem foto e leitura eletrônica das impressões digitais de todos os dedos das mãos, sem sujá-los, do jeitinho que foram previstos em livros e filmes de ficção científica. Tudo realizado de maneira muito civilizada.
A seguir fomos pegar o carro que havíamos alugado. Para chegar a locadora tomamos um trem dentro do próprio terminal 4 (são oito os terminais no aeroporto John F. Kennedy) e rapidamente estávamos sentados ao volante de um carrão coreano. Montamos o GPS e pé na tábua para a cidade de Filadélfia. O Sol já se punha e ainda teríamos duas horas de estrada pela frente. Isto é, se não fosse sexta-feira à noite. Santa ingenuidade, parecia um misto de Avenida Brasil e Marginal do Tietê, com trechos de até sete pistas. E para melhorar, lá pelas tantas, a nossa estrada ficou interditada pela polícia.
Não passava mais ninguém.
Qual a solução?
Ora pois, fomos jantar num restaurante turco, ó pá!
Depois? ah! depois eu conto....
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