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domingo, 4 de maio de 2014
O MELHOR PRATO DA COZINHA ITALIANA
Nestas duas semanas descobri o que certamente muitos já fizeram: o melhor prato da cozinha italiana.
Quando lemos os Menus nos restaurantes em Roma ficamos indecisos diante da variedade enorme de sugestões apetitosas de uma das melhores culinárias do mundo. Seus cozinheiros são craques nas massas, nos peixes, nas carnes, nas entradas. As pizzas nos fazem sentir água na boca. As saladas parecem feitas com verduras colhidas na hora. E que tomates! Uns dizem que é o solo, rico em cálcio; outros que é o clima mediterrâneo; há aqueles que afirmam serem técnicas milenares, passadas de geração em geração que fazem do tomate italiano o mais gostoso do mundo. Exportado sob várias formas podemos compra-los nos supermercados do Brasil como tomate pelado. Mas, é claro, um tomate tão perfeito propicia a feitura de um molho de tomate maravilhoso, esplêndido, fabuloso. Não é para amadores, exige ciência, arte e tradição, é preciso deixar engrossar em fogo lento e ao final acrescentar folhas de manjericão arrancadas e lavadas na hora. Hummmmmmmm! É o famoso sugo.
Já estão quase adivinhando!
Está na hora de dizer:
O MELHOR PRATO DA COZINHA ITALIANA É O RAVIOLI DE RICOTA COM ESPINAFRE AO SUGO. Podem se quiser acrescentar um pouco de queijo parmesão granpadano ralado, combina.
E sem dúvida como sobremesa:
FRAGOLE ao natural, sem nada.
Show!
domingo, 27 de abril de 2014
UMA CIDADE PARA PASSEAR
Magnífica! Soberba! Fantástica!
Um lugar onde não há veículos, os únicos permitidos são os carrinhos de bebê e burros sem rabo para socorro médico. Os deslocamentos são todos feitos a pé ou então de barco pelos canais que cortam em zig-zag as vias da cidade: os vaporettos, taxis e gôndolas para passeios turísticos.
O traçado das ruas, em sua maioria estreitas, mais parece um labirinto para os visitantes divertirem-se de se perder e de se achar; deve ter sido desenhado por alguma criança dos tempos antigos. De quando em quando uma praça (um Campo). Embora tenha atingido o seu apogeu na Idade Média não se veem fortificações, muralhas e canhões.
É Veneza de todos os encantos. Uma cidade única que apesar de visitada por tanta gente de todo o mundo acolhe a todos com charme e calor humano. Afinal estamos na Itália. Às vezes é preciso esperar com calma o corso de gente a atravessar pequenas pontes, mas nada que atrapalhe o caminhar pela bella citá.
Como é bom estar em Veneza e parar nas bancas e quiosques para apreciar as famosas máscaras do Carnaval Veneziano que sugerem um certo mistério para assustar e brincar. E terminar a noite com um bichieri de vino antes de ir para casa.
Um lugar onde não há veículos, os únicos permitidos são os carrinhos de bebê e burros sem rabo para socorro médico. Os deslocamentos são todos feitos a pé ou então de barco pelos canais que cortam em zig-zag as vias da cidade: os vaporettos, taxis e gôndolas para passeios turísticos.
O traçado das ruas, em sua maioria estreitas, mais parece um labirinto para os visitantes divertirem-se de se perder e de se achar; deve ter sido desenhado por alguma criança dos tempos antigos. De quando em quando uma praça (um Campo). Embora tenha atingido o seu apogeu na Idade Média não se veem fortificações, muralhas e canhões.
É Veneza de todos os encantos. Uma cidade única que apesar de visitada por tanta gente de todo o mundo acolhe a todos com charme e calor humano. Afinal estamos na Itália. Às vezes é preciso esperar com calma o corso de gente a atravessar pequenas pontes, mas nada que atrapalhe o caminhar pela bella citá.
Como é bom estar em Veneza e parar nas bancas e quiosques para apreciar as famosas máscaras do Carnaval Veneziano que sugerem um certo mistério para assustar e brincar. E terminar a noite com um bichieri de vino antes de ir para casa.
domingo, 15 de maio de 2011
PALERMO CORAÇÃO DA SICÍLIA
A relação da gente com as cidades assemelha-se um pouco a comunicação entre pessoas. Há aquelas que de imediato nos chamam a atenção e outras que passam por nós sem deixar qualquer lembrança.
Chegamos à capital da Sicilia, meio desconfiados, tendo na cabeça a melodia e as imagens do “Poderoso Chefão”, a memória dos descendentes de italianos “embrulhões” que conhecemos no Brasil, seus modos apaixonados, dedicados de amigos e companheiros.
Mas, em Palermo encontramos a Itália profunda numa cidade charmosa e atraente, com suas ruelas e becos, paredes envelhecidas e descuidadas, com varais de roupas coloridas penduradas para fora das janelas. O trânsito indisciplinado, os seus motoristas fazendo o que lhes passa pela mente, parando em fila dupla, estacionando em lugares incríveis e suas motonetas circulando por todos os lugares, inclusive feiras livres e calçadas. Uma cidade viva que fecha entre meio dia e quatro da tarde para fazer a sesta.
Toda a gente “parlando” italiano alto com muitos gestos e efeitos teatrais, enfáticos e cordialmente relaxados, às vezes meio brutos, mas educados ao seu modo.
E que comida! Como se “manja bene!” E que “vino!” E que “pane!” Tudo “molto bello”.
É uma cidade para se andar, andar, andar e curtir, admirar seus prédios e sua gente.
E se vier a Palermo não se esqueça de visitar a Catedral de Monreale, de uma beleza espetacular, que por si só já justificaria uma viagem a Sicília. A igreja se localiza numa cidadezinha medieval próxima e seu Domo é magnífico, com o interior todo trabalhado em mosaicos. Um primor de encher os olhos e alma!
Chegamos à capital da Sicilia, meio desconfiados, tendo na cabeça a melodia e as imagens do “Poderoso Chefão”, a memória dos descendentes de italianos “embrulhões” que conhecemos no Brasil, seus modos apaixonados, dedicados de amigos e companheiros.
Mas, em Palermo encontramos a Itália profunda numa cidade charmosa e atraente, com suas ruelas e becos, paredes envelhecidas e descuidadas, com varais de roupas coloridas penduradas para fora das janelas. O trânsito indisciplinado, os seus motoristas fazendo o que lhes passa pela mente, parando em fila dupla, estacionando em lugares incríveis e suas motonetas circulando por todos os lugares, inclusive feiras livres e calçadas. Uma cidade viva que fecha entre meio dia e quatro da tarde para fazer a sesta.
Toda a gente “parlando” italiano alto com muitos gestos e efeitos teatrais, enfáticos e cordialmente relaxados, às vezes meio brutos, mas educados ao seu modo.
E que comida! Como se “manja bene!” E que “vino!” E que “pane!” Tudo “molto bello”.
É uma cidade para se andar, andar, andar e curtir, admirar seus prédios e sua gente.
E se vier a Palermo não se esqueça de visitar a Catedral de Monreale, de uma beleza espetacular, que por si só já justificaria uma viagem a Sicília. A igreja se localiza numa cidadezinha medieval próxima e seu Domo é magnífico, com o interior todo trabalhado em mosaicos. Um primor de encher os olhos e alma!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
VAMOS VIAJAR PARA BASTIA?
Quando sentei diante do computador para escrever estas mal digitadas linhas, ouvi uma pessoa gritando na rua: “olha aí o vassoreiro!”, “olha as vassouras”, “quer comprar vassoura?”. Logo me lembrei da minha infância na Rua Capote Valente, em São Paulo. Toda a semana passava por nossa rua um ceguinho acompanhado de um rapaz oferecendo vassouras de vários tipos. Ficou marcada na minha mente aquela cena, me impressionava a figura do cego que tinha a cabeça voltada para cima. Naquela época não me perguntava se afinal era ele que empregava o menino, ou ao contrário seria alguém que se valia dos dois. Enfim o que teria a ver o cego com a venda daqueles instrumentos tão comuns em todas as casas. Ora Zé, apenas um marketing que deu certo, diria provavelmente o seu Alfredo.
Mas, o assunto é outro. Vamos viajar para o Mediterrâneo.
Primeira parada do passeio será Bastia, nosso ponto de chegada à Córsega. Vamos dar um giro pela ilha que é também conhecida por ter sido berço de Napoleão Bonaparte (nasceu em Ajaccio, capital da Córsega). A ilha já pertenceu a Gênova e atualmente é um departamento da França. A língua local é o “corso” dialeto italiano e eles vivem as turras com os franceses. Talvez, além da natureza exuberante, possamos assistir alguma manifestação nacionalista, esperamos pacifica.
Depois vamos seguir para a Sardenha, Sicília, Calábria, Costa Amalfitana e Nápoles. Muita natureza, pastas, frutos do mar e um pouco de vinho. Sem deixar de curtir é claro o jeito italiano de ser.
Partimos dia 26 de abril, até lá! Contando estórias e sacando fotos...
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