Quando se parte de qualquer país a gente fica a pensar, como se estivéssemos assistindo a um replay a passar na tela da mente, contando as impressões que tivemos. Nós que viemos de longe e já estamos a partir, sentimos que para conhecer melhor a Islândia não são suficientes os cinco dias que por aqui passamos. Este país possui paisagens bem diferentes das que estamos acostumados. Há grandes extensões planas, com pouca vegetação, e o terreno com o aspecto lunar deixado pelas lavas, tudo em razão de sua estrutura geológica e sua origem vulcânica; há também serras e montanhas, algumas com neves eternas e de formato parecido com vulcões extintos. Para se fazer os passeios obrigatórios e dar a volta a ilha se precisa muito mais tempo do que dispusemos.
Visitamos Reykjavik em dias muito particulares. Sem saber, viemos em momento que a cidade estava em festa, em pleno Festival da Cultura. A população toda: crianças, jovens, adultos, pessoas idosas e bebês, não escapando ninguém, saem para as ruas, não se importando se chove ou se faz frio. O dia começou com uma Maratona, onde mais ou menos dez por cento da população participa correndo, incluindo crianças e papais e mamães empurrando carrinhos. Cada qual cumprindo o seu trajeto no ritmo que deseja ou consegue. Os noventa por cento restante ficam a assistir e torcer pelos outros.
Durante o dia todo espalham-se barracas que vendem de tudo: antiguidades, roupas, flores e principalmente comidinhas para alimentar a galera que está pelas ruas a beber, a ouvir e a tocar música, apresentar danças, enfim festa para valer que se estende pelo dia, pela noite, pela madrugada até o dia seguinte.
O ponto alto das comemorações é a apresentação, no porto, de um show de fogos de artifício; olha francamente, deixa os nossos muito para trás; pensamos em pedir ao César Maia, ao Sérgio Cabral e talvez até ao presidente para conversarem com o pessoal daqui para eles darem umas dicas.
Estamos agora em Bergen, na Noruega de onde saem os barcos para visita aos famosos Fiordes. Bem, depois a gente conta.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
PASSEANDO PELA ISLANDIA
Fizemos mais duas excurções pela ilha: uma, chamada de Golden Circle, na qual se visita uma bela cachoeira e em seguida um lugar onde água e vapores brotam da terra a temperaturas muito elevadas; chamam-se geysir, um deles impressiona, porque a cada cinco minutos jorra como se fosse um poço de petróleo dos fimes sobre o oeste americano, atingindo a altura de oito a quinze metros. O ponto alto do dia foi visitar um lugar, onde se pode conferir a fenda existente entre as placas tectônicas da banda européia e da banda americana; esta rachadura cruza de alto a baixo a ilha. Quer dizer se a esfera quebrar, como duas partes de uma laranja, pode ser que a Islandia de uma ilha vire duas. Eles no nomomento não se preocupam muito, porque por enquanto a fenda ajuda a indústria do turismo local.
Depois fomos a Blue Lagoon. Que maravilha! Um parque aquático em plena área de formação vulcânica. Para relaxar, nada como uma estação de águas, onde fora voce passa um frio danado, com vento e chuvisco gelado e em seguida a alegria de entrar nas águas quentes de um laguinho azul claro a 39 graus. Ao lado de fora, sauna seca, úmida e duchas. Relaxa até rocha vulcânica. Claro que não podia faltar um recanto com espreguiçadeiras e serviço de bar com bom vinho e lanchonete. Ah! Como é bom dormir....
A Islândia é um país pequeno, que de início parece ter muita coisa a mostrar. Mas aos poucos a gente vai conhecendo os seus encantos. Até no perguntamos como é que em situações difíceis alguns seres humanos conseguem prodígios e em outras sucumbem.
O que se percebe é que a galera daqui é muito educada e os que chegam de fora também dançam a mesma música.
Depois fomos a Blue Lagoon. Que maravilha! Um parque aquático em plena área de formação vulcânica. Para relaxar, nada como uma estação de águas, onde fora voce passa um frio danado, com vento e chuvisco gelado e em seguida a alegria de entrar nas águas quentes de um laguinho azul claro a 39 graus. Ao lado de fora, sauna seca, úmida e duchas. Relaxa até rocha vulcânica. Claro que não podia faltar um recanto com espreguiçadeiras e serviço de bar com bom vinho e lanchonete. Ah! Como é bom dormir....
A Islândia é um país pequeno, que de início parece ter muita coisa a mostrar. Mas aos poucos a gente vai conhecendo os seus encantos. Até no perguntamos como é que em situações difíceis alguns seres humanos conseguem prodígios e em outras sucumbem.
O que se percebe é que a galera daqui é muito educada e os que chegam de fora também dançam a mesma música.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
PESCANDO BALEIAS NA ISLANDIA (ICELAND)
Que beleza! Chegamos a este país ilha de 103.000 km2 com população de 300.000 habitantes, da qual a metade vive na capital: Reykjavik. O idioma é o Islandês, mas todo mundo por estas bandas Escandinavas comunicam-se também em Inglês.
Area de origem vulcânica, muito plana e com pouca vegetação, detentora do titulo de melhor IDH (Indice de Desenvolvimento Humano) do globo; próxima ao Círculo Polar Ártico é terra de muito frio, peixes e lendas. Tem também muitas bandas de rock e a famosa cantora Björk.
Reykjvik é uma cidade alegre com muitos retaurantes e bares, cafés com música ao vivo e super carrões, porém guarda algumas coisas de cidade do interior, como por exemplo o comércio fechar para o almoço e o horário de jantar ser cedo.
Chegamos ontem ao meio dia sob um Sol de rachar coco da Bahia, Quem diria, quase no Polo Norte, depois de uma semana de chuvas sermos recebidos no dia de verão? Não tivemos dúvidas, Marcamos para hoje participar de uma expedição-aventura de pesca da Baleia. Dane-se que é um animal em extinção.
Logo de madrugada, às 9:00 da manhã, pontualmente, estavamos embarcando junto com outros pescadores de diversos países, todos contando estórias fantásticas de suas experiências pelos mais variados santuários ecológicos. Todos estavam muito ansiosos pelas famosas colonias de baleias da Islândia.
Nestas ocasiões é indispensável roupas, gorros e luvas a prova de vento frio. Quando se navega por estes mares, próximos a região polar, a sensação térmica é a de uma viagem ao fundo da terra do gelo.
Quando a guia da expedição gritou: - Baleia a vista! Todos sacaram suas câmeras digitais para tentar fisgar algumas baleias. Ela, a guia, que por sinal não era baleia e sim esguia (não confundir com ex-guia) procurava indicar onde elas apareciam, usando como sugestão os ponteiros de um relógio, e a cada hora a galera se voltava de um lado para outro.
Sensacional gente! Tivemos muita sorte nesta pescaria e vimos um verdadeiro show de baleias aparecendo a tona querendo imitar golfinhos, acompanhadas por exibições de pássaros com seus estilosos vôos rasantes e mergulhos. Os barcos sabem onde elas estão ao avistar de longe as aves pescadoras acompanhando os cardumes.
Area de origem vulcânica, muito plana e com pouca vegetação, detentora do titulo de melhor IDH (Indice de Desenvolvimento Humano) do globo; próxima ao Círculo Polar Ártico é terra de muito frio, peixes e lendas. Tem também muitas bandas de rock e a famosa cantora Björk.
Reykjvik é uma cidade alegre com muitos retaurantes e bares, cafés com música ao vivo e super carrões, porém guarda algumas coisas de cidade do interior, como por exemplo o comércio fechar para o almoço e o horário de jantar ser cedo.
Chegamos ontem ao meio dia sob um Sol de rachar coco da Bahia, Quem diria, quase no Polo Norte, depois de uma semana de chuvas sermos recebidos no dia de verão? Não tivemos dúvidas, Marcamos para hoje participar de uma expedição-aventura de pesca da Baleia. Dane-se que é um animal em extinção.
Logo de madrugada, às 9:00 da manhã, pontualmente, estavamos embarcando junto com outros pescadores de diversos países, todos contando estórias fantásticas de suas experiências pelos mais variados santuários ecológicos. Todos estavam muito ansiosos pelas famosas colonias de baleias da Islândia.
Nestas ocasiões é indispensável roupas, gorros e luvas a prova de vento frio. Quando se navega por estes mares, próximos a região polar, a sensação térmica é a de uma viagem ao fundo da terra do gelo.
Quando a guia da expedição gritou: - Baleia a vista! Todos sacaram suas câmeras digitais para tentar fisgar algumas baleias. Ela, a guia, que por sinal não era baleia e sim esguia (não confundir com ex-guia) procurava indicar onde elas apareciam, usando como sugestão os ponteiros de um relógio, e a cada hora a galera se voltava de um lado para outro.
Sensacional gente! Tivemos muita sorte nesta pescaria e vimos um verdadeiro show de baleias aparecendo a tona querendo imitar golfinhos, acompanhadas por exibições de pássaros com seus estilosos vôos rasantes e mergulhos. Os barcos sabem onde elas estão ao avistar de longe as aves pescadoras acompanhando os cardumes.
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